Escolher a raquete certa muda seu jogo: aumenta consistência, reduz lesões e deixa golpes mais controláveis. Neste guia prático — pensado para jogadores iniciantes, intermediários e avançados — você vai encontrar critérios técnicos (peso, head size, balance, padrão de encordoamento), exemplos práticos de combinação para cada estilo, sinais de raquetes falsificadas e estatísticas que mostram por que comprar em canais confiáveis é crucial. Use este conteúdo como post pronto para blog: linguagem fluida, autoridade e otimizado para quem pesquisa “como escolher a raquete ideal”.
Por que a raquete faz tanta diferença no seu jogo?
A raquete é a extensão do seu corpo na quadra. Uma escolha equivocada aumenta erros, cansaço e risco de lesão; a escolha certa amplifica suas qualidades (controle, potência, manobrabilidade). Fabricantes projetam raquetes para equilibrar três elementos principais: tamanho da cabeça (head size), peso e equilíbrio (balance) — e estes três determinam a relação entre potência e controle. Fontes especializadas (Wilson, LTA, Mouratoglou Academy) explicam que ajustar esses parâmetros ao seu nível e estilo é o ponto de partida.
Os 6 critérios essenciais para escolher sua raquete
1) Head size (área da cabeça)
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Maior (100–115 in²) → mais potência e sweet spot maior: ideal para iniciantes e jogadoras/jogadores que buscam conforto.
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Menor (95–98 in²) → mais controle, preferido por jogadores avançados.
(Sintetizado a partir de guias técnicos de fabricantes e academias).
2) Peso (sem encordoar)
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Leve (≤ 285 g) → manobrabilidade e menos fadiga (bom para iniciantes e duplistas).
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Pesada (≥ 300 g) → mais estabilidade e potência, mas exige força e técnica.
Wilson e Tennis Warehouse destacam que o peso é decisivo para controle e prevenção de lesões. Como a Babolat Pure Aero.
3) Balance (equilíbrio cabeça/punho)
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Head-light (cabeça leve) → melhor manobrabilidade — ideal para quem joga na rede.
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Head-heavy (cabeça pesada) → mais potência, bom para quem joga fundo de quadra. Esse fator altera a sensação da raquete e o swing weight — o “momento” que você sente ao balançar.
4) Padrão de encordoamento (string pattern)
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Aberto (por ex. 16×19) → mais potência e spin.
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Fechado (por ex. 18×20) → mais controle e durabilidade da corda.
A escolha da corda e da tensão também modifica drasticamente a sensação da raquete.
5) Stiffness (rigidez) e material do quadro
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Quadros mais rígidos geram mais potência e menos absorção; quadros flexíveis oferecem mais conforto. A composição (grafite, compósitos) influencia peso e vibração.
6) Nível de jogo e objetivo
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Iniciante: head size grande, peso baixo, padrão aberto.
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Intermediário: equilíbrio entre potência e controle (head ~100 in², peso médio).
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Avançado: head menor, peso maior, padrão de encordoamento fechado para controle.
Use a regra: quanto mais técnica você tem, mais controle e menos “ajuda” de potência você pode usar.
Exemplos práticos (combinações ideais)
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Jogo de potência (bases e fundo de quadra): head 100–105 in², peso 295–315 g, head-heavy, padrão 16×19.
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Jogo de controle / voleio: head 95–98 in², peso 305–325 g, head-light, padrão 18×20.
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Jogador recreativo / iniciante: head 102–110 in², peso 260–290 g, equilíbrio neutro, padrão 16×19.
Teste antes de comprar: 5 passos para validar sua raquete
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Segure e balance (simule swings): cheque a sensação de manobrabilidade.
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Teste em quadra por pelo menos 30–60 minutos (a Tenez permite demo).
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Variação de corda/tensão: peça para testar com a corda que costuma usar.
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Cheque peso com e sem encordoamento (string adiciona ~10–20 g).
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Avalie dores ou desconforto — ajuste antes de aceitar a raquete.
Perigo real: raquetes falsas e compras em sites não confiáveis
Por que as raquetes falsificadas são um problema
Além de violarem legislação e prejudicarem marcas, raquetes falsificadas põem em risco o jogador: materiais inferiores, falha estrutural, perda de performance e maior risco de lesão. Estudos sobre comércio de produtos falsos mostram que o mercado de contrafação é volumoso e crescente — estimativas do OECD/EUIPO apontam que o comércio de bens falsificados representou cerca de USD 467 bilhões em 2021 (≈2.3% do comércio global). Isso inclui artigos esportivos e equipamentos que chegam a consumidores por marketplaces ou lojas com baixa verificação.
Estatísticas e sinais do problema (fontes)
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OECD/EUIPO (2025): contrafação continua em níveis altos no comércio global, com riscos à segurança do consumidor.
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Relatos setoriais apontam perdas significativas em artigos esportivos e casos documentados de raquetes “fake” com diferenças no material e no desempenho. Em setores europeus, perdas chegam a centenas de milhões de euros por ano devido à pirataria de produtos esportivos.
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Autoridades dos EUA (USTR) e investigações listam mercados notoriosos onde itens falsos circulam, incluindo equipamentos esportivos. Compras em sites e vendedores não verificados aumentam o risco.
Como identificar raquetes falsificadas — check-list prático
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Preço muito abaixo do mercado — se parece bom demais, desconfie.
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Vendedores com poucas avaliações ou avaliações suspeitas (genéricas, repetidas).
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Fotos genéricas ou apenas imagens do fabricante sem prova de stock/nota fiscal.
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Erros de grafia no logo, diferenças nas cores/decals (compare com imagens oficiais).
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Ausência de número de série / código de autenticidade (algumas marcas têm registro ou holograma).
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Acabamento ruim, peso estranho, núcleo com folgas ao apertar manualmente. RacquetQuest e fóruns especializados já documentaram casos onde cópias quase idênticas tinham falhas estruturais perceptíveis
Onde comprar com segurança (recomendações práticas)
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Revendedores autorizados (lista no site do fabricante).
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Lojas especializadas locais — permitem testar a raquete.
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Marketplaces com garantia/retorno — cheque selo de autenticidade e políticas de devolução.
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Evite vendedores internacionais não verificados e anúncios de “estoque perdido”.
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Peça nota fiscal e número de série — guarde para garantia.
O que fazer se você acha que comprou uma raquete falsa
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Contate o vendedor imediatamente e solicite devolução.
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Se o vendedor recusar, abra disputa no marketplace e notifique seu emissor de cartão.
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Comprove com fotos comparativas e número de série.
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Notifique o fabricante — muitas marcas têm canais para verificar autenticidade.
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Registre denúncia em órgãos de defesa do consumidor e, se aplicável, em autoridade aduaneira/local. (Relatórios de órgãos como USTR documentam mercados que vendem produtos piratas).










